L’amore comunque

amor_incerto1

Naufragare all’inferno

o in paradiso

è lo stesso-

l’importante sei tu

io e te

per vivere questo squarcio

di luce

come un deserto

invaso

da miracolosi nembi.

Abbracciami-

e in questa immensità

condannami.

Pietro Aloise

http://www.italian-poetry.org/aloise_pietro.html

 

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Marli Takeda

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Marli Takeda
A imagem ganha som
As cores e os movimentos sugeridos pelas obras plásticas de Marli Takeda instauram uma espécie de harmonia musical em quem observa os seus trabalhos. A proposta visual que ela gera impede uma relação de indiferença e se caracteriza por um convite a uma complexidade.
O grande desafio de quem se detém sobre as suas obras é não se deixar cativar apenas pelos detalhes, mergulhando no conjunto que cada tela oferece. São dois movimentos que se articulam nos processos de composição da artista: um que estimula a ver de perto a construção proposta; outro, mais distante, em que o todo é o essencial.
As duas propostas são complementares e se articulam no sentido de permitirem a quem se debruça sobre as pinturas a imersão em novos mundos. Há alusões, por exemplo, ao universo biológico ou das profundidades abissais. Mas isso é o menos importante. A grande questão está no delicado processo do pensar que acompanha o fazer que se vê.
Existe em Marli Takeda o erguer progressivo de um procedimento mental em que as criações se articulam numa jornada em que o espontâneo se faz presente, mas é colocado em forma de resultado graças a um progressivo esmero na técnica e num fascinante jogo de cores e gestos que parecem ganhar som a cada novo olhar.
Oscar D’Ambrosio integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil). É doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie e mestre em Artes pelo Instituto de Artes da Unesp.

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Contatos:
Cidade: São Paulo
Facebook: www.facebook.com/marli.takeda.9
Site: www.marlitakeda.blogspot.com.br

Milton Araujo

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Na pintura de Milton Araujo, flagrantes estáticos de elementos guardados no subconsciente, mesas postas, bules, vasos, frutas e flores, ganham vida especial. É um lado interior, são memórias que através de experimentos técnicos de texturas, transparências e pinceladas, é muito mais uma estética do prazer, de encontrar elementos e objetos simples do cotidiano, transformados através do olhar encantado do artista.
Milton Araujo nos traz um resultado cromático muito especial, um colorido que desperta sensibilidade e emoção, na paixão pelo que faz, pelo que sente, despertando o fascínio daqueles que apreciam.

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Contatos:
Celular: (81) 9965-4876
Endereço:  RUA TUPINAMBÁS, 676
50100-250 Recife, Brasil

Chico Tupynambá

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Chico Tupynambá, nascido em São Paulo, pintor autodidata, formado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Mauá de Tecnologia

O ato de se encantar, por definição, envolve a idéia de deslumbramento e admiração. Trata-se de uma sensação de prazer que se tem como reação perante algo que se vê ou se percebe. É o que ocorre na obra do artista plástico paulistano Chico Tupynambá que desenvolveu seu processo de criação que parte de desenhos em programas de computação ou utilizando o velho método de papel e lápis . Após uma etapa de seleção, leva suas experimentações sobre formas, linhas e combinação de cores para a tela. Concretiza-se assim uma maneira de pensar a arte que tem o traço e a cor como bases,
Seus trabalhos demandam uma progressiva pesquisa em termos da própria técnica do fazer artístico. Trata-se de uma investigação, libertação da necessidade de representar imagens reconhecíveis e de referenciais concretos… Assim, o conjunto de sua obra confere toda uma atmosfera de emotividade.

Pintou sua primeira tela aos 14 anos, uma natureza morta, sua primeira venda, em seu segundo trabalho estabelece sua primeira fase, o Surrealismo….Com o seu amadurecimento pessoal e artístico abandona o Surrealismo e inicia sua segunda fase (1980), o Cubismo, esta fase continua até hoje… Em 2002 faz suas primeiras experiências com trabalhos abstratos, abstrações geométricas e trabalhos com grande influência impressionista, retrata a mulher de forma delicada e sensual.
Em 2010 inicia sua terceira fase, Abstracionismo, com uma série de mais de 130 trabalhos, até o momento.

Chico Tupynambá , born in Sao Paulo, self-taught painter, graduated in Mechanical Engineering from the Maua Institute of Technology

The act of delight, by definition, involves the idea of wonder and admiration. It is a feeling of pleasure that you have reacted to something you see or perceive. This is what happens in the work of Chico Tupynambá who developed the process of creating designs that start to using of computer programs or using the old method, paper and pencil. After a selection step, brings his experiments on shapes, lines and color combination to the screen. Realise is thus a way of thinking is the art that the trace and color such as bases,
His work demands a progressive research in terms of the technique of making art. It is an investigation, release the need to represent recognizable images and concrete benchmarks … Thus, the set of all his work gives an atmosphere of emotion.

He painted his first canvas at age 14, still life, his first sale, in his second work provides the first phase, Surrealism …. With your personal growth and artistic he leaves the Surrealism and starts his second phase (1980), Cubism, this phase continues until today … In 2002 he did his first experiments with abstract , geometric abstractions and did some works with great influence impressionist, portraying women as delicate and sensual.
In 2010 starts his third phase, abstractionism, with series of over 130 works to now.

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Contato:

São Paulo

Facebook: http://www.facebook.com/chico.tupynamba