L’amore comunque

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Naufragare all’inferno

o in paradiso

è lo stesso-

l’importante sei tu

io e te

per vivere questo squarcio

di luce

come un deserto

invaso

da miracolosi nembi.

Abbracciami-

e in questa immensità

condannami.

Pietro Aloise

http://www.italian-poetry.org/aloise_pietro.html

 

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Peter Paul Rubens

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Peter Paul Rubens (June 28, 1577 – May 30, 1640) was a prolific seventeenth-century Flemish Baroque painter, and a proponent of an exuberant Baroque style that emphasized movement, color, and sensuality. He is well-known for his Counter-Reformation altarpieces, portraits, landscapes, and history paintings of mythological and allegorical subjects.

 

In addition to running a large studio in Antwerp which produced paintings popular with nobility and art collectors throughout Europe, Rubens was a classically-educated humanist scholar, art collector, and diplomat who was knighted by both Philip IV, king of Spain, and Charles I, king of England.

 

Peter Paul Rubens was probably born on June the 28th 1577 in Siegen, Germany. His parents Jan Rubens and Maria Pypelinckx had left the catholic Spanish-dominated city of Antwerp because of their Calvinist sympathies. The family had moved to Cologne with the children. Father Rubens, however, nearly escaped death sentence in Cologne after an affair with the princess of Orange. Mother Rubens managed to have her husband freed and the family accepted to be exiled to Siegen, Westphalia. It was there that the sixth child, Peter Paul, was born.

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Pieter Paul Rubens - Tutt'Art@ -


Peter_Paul_Rubens_-_Jupiter_and_Callisto_-_WGA20285Visit!
http://www.peterpaulrubens.org/

John Keats

John Keats

Acrostic : Georgiana Augusta Keats

 

Give me your patience, sister, while I frame
Exact in capitals your golden name;
Or sue the fair Apollo and he will
Rouse from his heavy slumber and instill
Great love in me for thee and Poesy.
Imagine not that greatest mastery
And kingdom over all the Realms of verse,
Nears more to heaven in aught, than when we nurse
And surety give to love and Brotherhood.

Anthropophagi in Othello’s mood;
Ulysses storm’d and his enchanted belt
Glow with the Muse, but they are never felt
Unbosom’d so and so eternal made,
Such tender incense in their laurel shade
To all the regent sisters of the Nine
As this poor offering to you, sister mine.

Kind sister! aye, this third name says you are;
Enchanted has it been the Lord knows where;
And may it taste to you like good old wine,
Take you to real happiness and give
Sons, daughters and a home like honied hive.

John Keats

 

Giovanni Battista Tiepolo

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Giovanni Battista Tiepolo, a Venetian, was the greatest Italian Rococo painter, although his style was founded on the Grand Manner of the High Renaissance. His imaginative decorative frescoes are light in colour and airy in feel; the National Gallery’s ‘Allegory with Venus and Time’ was part of a ceiling decoration and is similarly light and airy. He also executed many altarpieces; several small works in the Collection are modelli for frescoes or altarpieces.

Tiepolo was born in Venice and was trained there by Gregorio Lazzarini. He was influenced by his near contemporaries, Piazzetta and Ricci, but is indebted above all to his predecessor Veronese. In 1719 he married the sister of Francesco Guardi, and in his early years worked in Udine (1726), Milan (1731-40) and Bergamo (1741-2), as well as Venice. He moved in 1750 with his sons, Domenico (a considerable artist in his own right) and Lorenzo, to Würzburg to decorate the residence of the Prince-Bishop, and returned to Venice in 1753. In 1755 he was elected Director of the Accademia, Venice.

His later works, quieter and less exuberant in character, were carried out in Spain, where he moved with his sons in 1762 to work for the Spanish monarchy, and where he died.

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http://www.nationalgallery.org.uk/artists/giovanni-battista-tiepolo

Annenkov

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Annenkov

 

Born in Moscow, Russia, Dimitri Annenkov graduated from the Academy of Arts.  As a member of the Moscow Union of Artists, he has exhibited and sold his work in Russia, Europe, Scandinavia and the United States.

 

Annenkov’s paintings are based on the study of Photo Realism and Impressionism. Light saturates his paintings, and he bases his compositions on familiar objects and treasured memories to create a distinct pantheon of references to the joy of life. The artist studies contrast and harmonies of color and textures to achieve a balance between animate and still forms. Like Cezanne, Annenkov is fascinated by the relationship of coloring and modeling.  Searching for the right objects can be a challenge, and he searches for quiet beauty in a simple setting.

http://www.keywestartgalleries.com/annenkov/index.php

 

Cândido Portinari

Candido Portinari

Cândido Portinari

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Quem foi 

 

Cândido Portinari foi um dos pintores brasileiros mais famosos. Este grande artista nasceu na cidade de Brodowski (interior do estado de São Paulo), em 29 de dezembro de 1903. Destacou-se também nas áreas de poesia e política.

 

Durante sua trajetória, ele estudou na Escola de Belas-Artes do Rio de Janeiro; visitou muitos países, entre eles, a Espanha, a França e a Itália, onde finalizou seus estudos.

 

No ano de 1935 ele recebeu uma premiação em Nova Iorque por sua obra “Café”. Deste momento em diante, sua obra passou a ser mundialmente conhecida.

 

Dentre suas obras, destacam-se: “A Primeira Missa no Brasil”, “São Francisco de Assis” e Tiradentes”. Seus retratos mais famosos são: seu auto-retrato, o retrato de sua mãe e o do famoso escritor brasileiro Mário de Andrade.

 

No dia seis de fevereiro de 1962, o Brasil perdeu um de seus maiores artistas plásticos e aquele que, com sua obra de arte, muito contribuiu para que o Brasil fosse reconhecido entre outros países. A morte de Cândido Portinari teve como causa aparente uma intoxicação causada por elementos químicos presentes em certas tintas.

 

Características principais de suas obras:

 

– Retratou questões sociais do Brasil;

 

– Utilizou alguns elementos artísticos da arte moderna europeia;

 

– Suas obras de arte refletem influências do surrealismo, cubismo e da arte dos muralistas mexicanos;

 

– Arte figurativa, valorizando as tradições da pintura.

 

Relação das principais obras de Portinari:

 

– Meio ambiente
– Colhedores de café
– Mestiço
– Favelas
– O Lavrador de Café
– O sapateiro de Brodósqui
– Meninos e piões
– Lavadeiras
– Grupos de meninas brincando
– Menino com carneiro
– Cena rural
– A primeira missa no Brasil
– São Francisco de Assis
– Os Retirantes

http://www.suapesquisa.com/biografias/portinari.htm

 

The art of Rubem Valentim

Rubem Valentim

Rubem Valentim.

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 O artista divulgou em 1976 importante documento em que explicava as origens de sua arte e as metas a que aspirava, intitulando-o adequadamente Manifesto Ainda que Tardio, e do qual extraímos algumas significativas passagens:

     «Minha linguagem plástico-visual signográfica está ligada aos valores míticos profundos de uma cultura afro-brasileira (mestiça-animista-fetichista).

     «Com o peso da Bahia sobre mim – a cultura vivenciada; com o sangue negro nas veias – o atavismo; com os olhos abertos para o que se faz no mundo – a contemporaneidade; criando os meus signos-símbolos procuro transformar em linguagem visual o mundo encantado, mágico, provavelmente místico que flui continuamente dentro de mim.

     «O substrato vem da terra, sendo eu tão ligado ao complexo cultural da Bahia: cidade produto de uma grande síntese coletiva que se traduz na fusão de elementos étnicos e culturais de origem européia, africana e ameríndia.

     «Partindo desses dados pessoais e regionais, busco uma linguagem poética, contemporânea e universal, para expressar-me plasticamente. Um caminho voltado para a realidade cultural profunda do Brasil – para suas raízes – mas sem desconhecer ou ignorar tudo o que se faz no mundo, sendo isso por certo impossível com os meios de comunicação de que já dispomos, é o caminho, a difícil via para a criação de uma autêntica linguagem brasileira de arte. Linguagem pluri-sensorial: O sentir brasileiro.

    «Uma linguagem universal, mas de caráter brasileiro com elementos de diferenciação das várias, complexas e criadoras tendências artísticas estrangeiras.

     «Favorável ao intercâmbio cultural intensivo entre todos os povos e nações do mundo; consciente de que as influências são inevitáveis, necessárias, benéficas quando elas são vivas, criadoras, sou entretanto contra o colonialismo cultural sistemático e o servilismo ou subserviência incondicional aos padrões ou moldes vindos de fora.

     «A iconologia afro-ameríndia-nordestina-brasileira está viva. É uma imensa fonte – tão grande quanto o Brasil – e devemos nela beber, com lucidez e grande amor. Porque perigos existem: como o modismo; as atitudes inconseqüentes, inautênticas, os diluidores com mais ou menos talento, mais ou menos honestidade, pouca ou muita habilidade, sendo que os mais habilidosos e vazios são os mais danosos, porque geradores de equívocos; as violentações caricatas do folclore do genuíno; as famigeradas “estilizações” provincianas e o fácil pitoresco que levam a um subkitsch tropicalizado e ao efeitismo subdesenvolvido.

     «Intuindo o meu caminho entre o popular e o erudito, a fonte e o refinamento – e depois de haver feito algumas composições, já bastante disciplinadas, com ex-votos, passei a ver nos instrumentos simbólicos, nas ferramentas do candomblé, nos abebês, nos paxorôs, nos ocês, um tipo de fala, uma poética visual brasileira capaz de configurar e sintetizar adequadamente todo o núcleo de meu interesse como artista.

     «O que eu queria e continuo querendo é estabelecer um design (Riscadura Brasileira), uma estrutura apta a revelar a nossa realidade – a minha, pelo menos -, em termos de ordem sensível. Isso se tornou claro por volta de 1955-56 quando pintei os primeiros trabalhos da seqüência que até hoje, com todos os novos segmentos, continua se desdobrando.

     «Minha arte tem um sentido monumental intrínseco. Vem do rito, da festa. Busca as raízes e poderia reencontrá-las no espaço, como uma espécie de ressocialização da arte, pertencendo ao povo.

     «É a mesma monumentalidade dos totens, ponto de referência de toda a tribo. Meus relevos e objetos pedem fundamentalmente o espaço. Gostaria de integrá-los em espaços urbanísticos, arquitetônicos, paisagísticos.

     «Meu pensamento sempre foi resultado de uma consciência de terra, de povo. Eu venho pregando há muitos anos contra o colonialismo cultural, contra a aceitação passiva, sem nenhuma análise crítica, das fórmulas que nos vêm do exterior – em revistas, bienais, etc. E a favor de um caminho voltado para as profundezas do ser brasileiro, suas raízes, seu sentir. A arte não é apanágio de nenhum povo, é um produto biológico vital.

http://www.pitoresco.com/brasil/valentim/biografia.htm