Mestres franceses.

Poussin
Nicolas Poussin
1594 – 1665
Paris, Roma.

Cenas bíblicas, mitologia clássica

O Reino de flora

Intérprete fascinante e, ao mesmo tempo, codificador de uma bem definida atitude idealizante. A admirável alegoria do Reino de flora data desses primeiros tempos da atividade romana, mais exatamente, com base em dados fidedignos, dos anos próximos a 1630. É uma encantadora antologia dos amores míticos ligados á origem das flores

Tela, 131 x 181 cm.
Pinacoteca de Desdren.

Watteau
Jean-Antoine Watteau
1684 – 1721
Valenciennes, Londres, Paris.
Cenas galantes.

O Mezzetin

A vida breve, toda romanticamente gasta na tentativa de levar cada vez mais a fundo o sonho melancólico de sua inspiração, está inegavelmente na base das mais importantes conquistas da arte francesa setecentista.

Notre plus grand rêveur lirique et le plus français de nos peintres.
Nosso maior sonhador lírico e o mais francês de nossos pintores.

Tela, 55 x 43 cm
Nova Iorque, Metropolitan Museum of Art.

Chardin
Jean-Baptiste Siméon Chardin
1699 – 1779
Paris
naturezas mortas, cenas familiares, retratos
A menina com a peteca

Inaugura a tradição da natureza morta num sentido completamente novo e francês. A esse gênero dedicou a vida, o amadurecimento de uma forma realmente pessoal veio após lento exercício e ponderadas reflexões.

tela, 81 x 65 cm
Florença, Uffizi.

David
Jacques- Louis David
1748 – 1825
Paris, Bruxelas.

História antiga, retratos.

O rapto das Sabinas
1794 – 1795
Paris, louvre.

Permanecerá indêntico ás premissas romanas, inclusive na complicação dos esquemas e na combinação das fontes inspiradoras. Com esta obra ele intentava fazer confluírem a lição compositiva dos gregos, a mimese realística dos romanos.

tela, 383 x 520 cm.
Paris, Louvre.

Ingres
Jean – Auguste Domenique Ingres.
1780 – 1867
Paris, Roma.
Retratos.

Mademoiselle Riviere

A clareza formal do planejamento esmaltado, a economia da concepção, escondida no oval da moldura. Diga-se o mesmo para a impecável apresentação desta  sofisticada demoiselle, cuja elegância intelectual se destaca, intacta e muito pura, contra a vista ideal da paisagem lacustre.

tela, 97,5 x 67,5 cm
Paris, Louvre.

Corot
Jean- Baptiste Camile Corot
1796 – 1875
Paris, Roma
Paisagens, retratos.

A Catedral de Chartres

Não ocorre á parte a ilusão de olhar para diante, quando ela pensa coincidir, como em Corot com uma fase positiva da história do mundo; ao contrário, esta lhe sastisfaz a constância de um crescimento mais vigoroso com os olhares voltados para o presente, e talvez sobre as fescas pegadas da história, marcadas de lembranças participantes, de emoções, numa luz voltada para os infinitos matizes do dia.

Tela, 62 x 50 cm
Paris, Louvre.

Manet
Édouard Manet
1832 – 1883
Paris, margens do Sena, costas do Atlântico, Países Baixos, Espanha, Itália.
Retratos, naturezas mortas e cenas da vida contemporânea.

O pífaro

O rapaz que toca o pífaro, aparece então. De atitude simples, de cor pura, jogado em predominância sobre o róseo e o preto com toques vivos de branco. Nessa pintura, a dissolvência do fundo em tons neutros põe em evidência os contornos bem marcados, o contraste cromático da composição cria uma nova concepção da perspectiva confiada não mais aos valores plástico do claro – escuro, mas á relação entre tons.

Óleo sobre tela, 164 x 97 cm
Paris, Jeu de Paume.

Monet
Claude Monet
1840 – 1926
Paris, Normandia, margens do Sena, Paises baixos, Noruega, Veneza, Londres.

Retratos e personagens, paisagens de beira -mar ou ás margens do Sena.

Natureza morta

Essa obra reproduzida, está no limiar do verdadeiro e próprio impressionismo típico do movimento no seu climax será exatamente o abandono momentâneo desse gênero, considerado muito estático e inerte em confronto com as contínuas mutações da natureza viva. Monet atingiu uma pintura de tal modo rápida nos registros visíveis, que foi comentado:
Monet é apenas um olho, mas que olho!

Óleo sobre tela, 53 x 73

Pallava, Col, Gulbenkian.


A Catedral de Rouen

Assinada e datada de 1894, faz parte da série sistemática iniciada por Monet em 1892 e exposta em 1895

Óleo sobre tela, 100 x 65 cm

Paris, Louvre.

Renoir
Auguste Renoir
1841 – 1919
Paris, margens do Sena, beira mar, Argélia, Itália.

Retratos, paisagens, naturezas mortas, nus.

O Balanço

Que representa uma jovem mulher que se apóia despreocupada no balanço, sob o olhar dos amigos, é precisamente uma dessas telas, entregue ao louvre com o legado CAILLEBOTTE. Pintada naquele mesmo ano de 1876, é uma obra zenital dentro da produção impressionista de Renoir.

Óleo sobre tela, 92 x 73 cm
Paris, Louvre.

Degas
Edgar Degas
1834 – 1917

Paris, Itália, Nova Orleãs,Espanha, Marrocos.
Retratos, dançarinas, cenas hípicas, lavadeiras, mulheres no toalete.

O retrato de mulher

A prespicácia psicológica, tornada evidente pela intensidade da face,  a extrema naturalidade do conjunto são os resultados de uma excepcional densidade colorista-linear que transforma o olho de Degas, terrivelmente agudo e cruelmente fiel, num admirável aparelho de precisão capaz de colher a instantaneidade.

Óleo sobre tela, 27 x 22 cm
Paris, Louvre.

Toulouse – Lautrec
Henri de Toulouse – Lautrec
1864 – 1901

Albi, Paris, costas da Mancha e do atlântico, Bélgica, Paises Baixos, Grã-Bretanha, Espanha.

retratos, cenas de music-hall, de teatro e de café- concerto, cenas de circo.

A palhaça Cha – u – kao

Figura de circo
Esse humaníssimo tipo de mulher, que Lautrec retrata muitas vezes, e em diversas atitudes no curso de 1895, tornou-se quase o símbolo do esplendor efêmero e ainda da inquietude e da tristeza da vida noturna de Montmartre no  decênio fim de século.

Óleo sobre cartão 64 x 49 cm
Paris, Louvre.

Van Gogh
Vicent van Gogh
1853 – 1890
Zundert, Saint- Rémy- de – Provence, Auvers-  sur Oise.

Paisagens, retratos, naturezas mortas.

A senhora Roulin

A mulher está sentada com as mãos pousadas no regaço, numa atitude absorta entrelaçado nos dedos retém o barbante com o qual imprime um ritmo balanceado ao berço.
O fundo que se repete com poucas variações  em todas versões da pintura, é uma parede densamente decorada com motivos florais de clara inspiração oriental: uma espécie de alucinante, horror vacuí, que insistentemente preve a angústia que atormentará a visão do artista.

Óleo sobre tela, 91 x 71,5 cm
Amsterdã, Museu Municipal.

A Igreja de Auvers-sur-Oise
Vicent van Gogh

Van Gogh sofre de crises intermitentes de alucinação, durante as quais trabalha freneticamente, dedicado a uma atividade quase furiosa, de seu cavalete saem, nesses meses, quase duzentas telas, que testemunham a desesperada vontade de firmar a sua visão do mundo, comprometida por uma crise de desconfiança na própria obra.

Óleo sobre tla, 94 x 74 cm
Paris, Louvre.

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