Pintores Modernos.

Munch
Edvard Munch
1863 – 1944
Oslo, Paris, Berlin, Ekely

Expressionismo  Trágico
Meninas na ponte

Munch é um mestre da arte contempôranea, sua arte teve papel ativo e determinante ao coordenar as necessidades e ebulições  da civilização pictórica francesa e alemã.

Tela, 136 x 125,5 cm
Oslo, nationalgaleriet

Vlaminck
Maurice Vlaminck
1876 – 1958
Paris, chatou, Valmodois, Ruel-la-Gadeliere
Paisagens, retratos, natureza mortas.

A Bailarina do Rat Mort  – 1906

Fisicamente exuberante, Vlaminck desabafa na tela seu excesso temperamental, com a violência aguda das cores puras, espremidas das bisnagas em forma de grandes vírgulas. A pintura  era para ele um ato físico, como dizia ele mesmo: fazer amor.

Tela,  73  x 54 cm
Paris, coleção André Fued

Derain
André Derain
1880 – 1954
Chatou, Collioure, Londres, chambourcy.
Paisagens, retratos, naturezas mortas, nus.

A ponte de Westminster  – 1906

Derain escreve:
Os valores transformaram-se para nós em cartuchos de dinamite. Deviam produzir luz, Era maravilhosa, na sua vivacidade, a idéia de que tudo pudesse superar a realidade.

Tela, 81 x 100 cm
Paris, Coleção Particular.


Raoul Dufy
1906
A rua embandeirada
tela, 81 x 65 cm
Paris, Coleção Particular.

Gino Severine

Dançarina de Azul  – 1912
Tela, 46 x 61 cm
Milão
Coleção, Gianni mattioli

Matisse
Henri Matisse
1869 – 1954
le Lateau- cambrésis, Paris, Collioure, Saint- Tropez, Nice.
Paisagens, naturezas mortas, figuras.

Nu – 1935

Quando tenho uma forma determinada por exemplo, uma perna, teria certamente que usar uma tonalidade encarnada. Vejo-me contudo obrigado a usar um cinabre: o acorde de vermelho, verde e azul consegue o equivalente de luz-cor.

Tela, 135 x 97
Baltimore, Museum of Art.


Picasso
Pablo Picasso
1881 – 1973
Málaga, Paris,Antibes, Vallauris.
naturezas mortas, paisagens, nus, retratos.

Les demouselles d Ávignon – 1907

As moças de Avignon opõem-se ás odaliscas de Matisse não apenas como formas arquitetõnicas e formas coloridas, mas também no plano expressivo. Todavia, não há dúvida de que as novas descobertas formais entusiasmam Picasso a ponto de relegar a segundo plano o problema existencial e social, para concentrar do mesmo modo que Matisse, a expressividade do quadro em seus valores pictóricos.

Tela, 244 x 233 cm
New York, Museum of Modern Art.

Kandinsky
Wassili Kandinsky
1866 – 1944
Moscou, Odessa, Munique, Weimar, Dessau, Paris.
Paisagem. Depois, não figurativo

Com o arco negro     – 1912

Nas improvisações que são a mais típica expressão desse seu período, conhecido como dramático, as formas, livremente articuladas em traços e manchas de cor, parecem animadas por uma força centrífuga que as projeta além das margens do quadro.

Tela, 88 x 196 cm
coleção Rina Kandisnky.


Modigliani
Amedeo Modigliani
1884 – 1920
Livorno, Florença, Veneza, Paris.
Retratos, nus.

Retrato de Lunja Czechowska      – 1917

Não se pode negar, por exemplo, que a deformação expressiva da qual ele se vale ao típica e personalíssima conquista lírica, tem origem numa perfeita assimilação da escultura negra e daquelas mesmas preferências de gosto que no ambiente das vanguardas constituiram as premissas da revolução cubista.

Tela, 47 x 33 cm
Milão, Coleção particular.

Mondrian
Piet Mondrian
1872 – 1944
 Amersfoot, Paris, Holanda, Londres, Nova Iorque.
 Obras  de abstração, neoplástica.

Composição     1923

Seu racionalismo, seu amor pela civilização moderna e pela refinada tecnologia mecânica, sua predileção pela paisagem urbana, seu mito da cidade, não entra em contradição com o primeiro aspecto, mas, completava com ele, no âmbito do equilibrio ideal ao qual aspirava.

tela, 54 x 52 cm.
Milão, Coleção Jucker.

Chagall
Marc Chagall
1887
Vetebsk, São Petesburgo, Paris, Moscou, Estados Unidos das America, Venci.

Pintura supernaturalista, decoração, cenários de teatro, ilustração.

O soldado Bebe

O estudo especial da forma abstrata tão apreciada pelos seus colegas, para ele era mais um meio do que uma finalidade. Chagall foi então acusado de fazer literatura na pintura, até o momento em que se compreendeu que era simplesmente um poeta.

tela, 109 x 94 cm.
New York. Museum of Modern Art.

Dali
Salvador Dali
1904

Figueras, Madri, Paris, Estados Unidos da América, Cadaquís.

Cenas de imaginação extremada, temas religiosos.

As tentações de Santo Antonio.

Dali relaciona-se com a tradição demoníaca e sinistra da literatura maldita, mas tende a levar o acervo fantástico para o lúbrico e o absurdo, para uma interpretação de uma sensação de impotencia, de perversão, de destruição.

tela, 120 x 90 cm
Bruxelas, coleção particular.

Fernando Pessoa

Inventando os seus heterônimos ou deixando-se invadir por esses outros-eu Fernando Pessoa não foi  nem deixou de ser sincero. Foi poeta, o que é muito diferente, embora o tenha sido duma maneira própria a desconcertar um público e uma crítica, afeito á idéia de ser a poesia um retrato do homem que a escreve. Não precisamos de saber se ele era Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ribeiro Reis ou simplesmente ele mesmo. Precisamos apenas saber da autenticidade da poesia que nos deixou sob esses nomes.

                  Dos Poemas Inconjuntos
(1913 -1915)

                   Dizes-me: tu és mais alguma cousa
                   Que uma pedra ou uma planta.
                   Dizes-me: sentes, pensas e sabes
                   Que pensas e sentes.
                   Então as pedras escrevem versos?
                   Então as plantas têm idéias sobre o mundo?

                   Sim: há diferença.
                   Mas não é a diferença que encontras;
                   Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as coisas:
                   Só me obriga a ser consciente.

                   Se sou mais que uma pedra ou uma planta?  Não sei.
                   Sou diferente.  Não sei o que é mais ou menos.

                   Ter consciência é mais que ter cor?
                   Pode ser e pode não ser.
                   Sei que é diferente apenas.
                   Ninguém pode provar que é mais que só diferente.

                   Sei que a pedra é a real, e que a planta existe.
                   Sei isto porque elas existem.
                   Sei isto porque os meus sentidos mo mostram.
                   Sei que sou real também.
                   Sei isto porque os meus sentidos mo mostram,
                   Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta.
                   Não sei mais nada.

                   Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.
                   Sim, faço idéias sobre o mundo, e a planta nenhumas.
                   Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;
                   E as plantas são plantas só, e não pensadores.
                   Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,

                   Como que sou inferior.
                   Mas não digo isso: digo da pedra, “é uma pedra”,
                   Digo da planta, “é uma planta”,
                   Digo de mim, “sou eu”.
                   E não digo mais nada.  Que mais há a dizer?

Clássicos publicados sob a direção de Alceu Amoroso Lima e
Roberto Alvim  Corrêa
Poesia por Adolfo Casais Monteiro  – 1957
Livraria Agir Editora      – Rio de Janeiro.

Mestres franceses.

Poussin
Nicolas Poussin
1594 – 1665
Paris, Roma.

Cenas bíblicas, mitologia clássica

O Reino de flora

Intérprete fascinante e, ao mesmo tempo, codificador de uma bem definida atitude idealizante. A admirável alegoria do Reino de flora data desses primeiros tempos da atividade romana, mais exatamente, com base em dados fidedignos, dos anos próximos a 1630. É uma encantadora antologia dos amores míticos ligados á origem das flores

Tela, 131 x 181 cm.
Pinacoteca de Desdren.

Watteau
Jean-Antoine Watteau
1684 – 1721
Valenciennes, Londres, Paris.
Cenas galantes.

O Mezzetin

A vida breve, toda romanticamente gasta na tentativa de levar cada vez mais a fundo o sonho melancólico de sua inspiração, está inegavelmente na base das mais importantes conquistas da arte francesa setecentista.

Notre plus grand rêveur lirique et le plus français de nos peintres.
Nosso maior sonhador lírico e o mais francês de nossos pintores.

Tela, 55 x 43 cm
Nova Iorque, Metropolitan Museum of Art.

Chardin
Jean-Baptiste Siméon Chardin
1699 – 1779
Paris
naturezas mortas, cenas familiares, retratos
A menina com a peteca

Inaugura a tradição da natureza morta num sentido completamente novo e francês. A esse gênero dedicou a vida, o amadurecimento de uma forma realmente pessoal veio após lento exercício e ponderadas reflexões.

tela, 81 x 65 cm
Florença, Uffizi.

David
Jacques- Louis David
1748 – 1825
Paris, Bruxelas.

História antiga, retratos.

O rapto das Sabinas
1794 – 1795
Paris, louvre.

Permanecerá indêntico ás premissas romanas, inclusive na complicação dos esquemas e na combinação das fontes inspiradoras. Com esta obra ele intentava fazer confluírem a lição compositiva dos gregos, a mimese realística dos romanos.

tela, 383 x 520 cm.
Paris, Louvre.

Ingres
Jean – Auguste Domenique Ingres.
1780 – 1867
Paris, Roma.
Retratos.

Mademoiselle Riviere

A clareza formal do planejamento esmaltado, a economia da concepção, escondida no oval da moldura. Diga-se o mesmo para a impecável apresentação desta  sofisticada demoiselle, cuja elegância intelectual se destaca, intacta e muito pura, contra a vista ideal da paisagem lacustre.

tela, 97,5 x 67,5 cm
Paris, Louvre.

Corot
Jean- Baptiste Camile Corot
1796 – 1875
Paris, Roma
Paisagens, retratos.

A Catedral de Chartres

Não ocorre á parte a ilusão de olhar para diante, quando ela pensa coincidir, como em Corot com uma fase positiva da história do mundo; ao contrário, esta lhe sastisfaz a constância de um crescimento mais vigoroso com os olhares voltados para o presente, e talvez sobre as fescas pegadas da história, marcadas de lembranças participantes, de emoções, numa luz voltada para os infinitos matizes do dia.

Tela, 62 x 50 cm
Paris, Louvre.

Manet
Édouard Manet
1832 – 1883
Paris, margens do Sena, costas do Atlântico, Países Baixos, Espanha, Itália.
Retratos, naturezas mortas e cenas da vida contemporânea.

O pífaro

O rapaz que toca o pífaro, aparece então. De atitude simples, de cor pura, jogado em predominância sobre o róseo e o preto com toques vivos de branco. Nessa pintura, a dissolvência do fundo em tons neutros põe em evidência os contornos bem marcados, o contraste cromático da composição cria uma nova concepção da perspectiva confiada não mais aos valores plástico do claro – escuro, mas á relação entre tons.

Óleo sobre tela, 164 x 97 cm
Paris, Jeu de Paume.

Monet
Claude Monet
1840 – 1926
Paris, Normandia, margens do Sena, Paises baixos, Noruega, Veneza, Londres.

Retratos e personagens, paisagens de beira -mar ou ás margens do Sena.

Natureza morta

Essa obra reproduzida, está no limiar do verdadeiro e próprio impressionismo típico do movimento no seu climax será exatamente o abandono momentâneo desse gênero, considerado muito estático e inerte em confronto com as contínuas mutações da natureza viva. Monet atingiu uma pintura de tal modo rápida nos registros visíveis, que foi comentado:
Monet é apenas um olho, mas que olho!

Óleo sobre tela, 53 x 73

Pallava, Col, Gulbenkian.


A Catedral de Rouen

Assinada e datada de 1894, faz parte da série sistemática iniciada por Monet em 1892 e exposta em 1895

Óleo sobre tela, 100 x 65 cm

Paris, Louvre.

Renoir
Auguste Renoir
1841 – 1919
Paris, margens do Sena, beira mar, Argélia, Itália.

Retratos, paisagens, naturezas mortas, nus.

O Balanço

Que representa uma jovem mulher que se apóia despreocupada no balanço, sob o olhar dos amigos, é precisamente uma dessas telas, entregue ao louvre com o legado CAILLEBOTTE. Pintada naquele mesmo ano de 1876, é uma obra zenital dentro da produção impressionista de Renoir.

Óleo sobre tela, 92 x 73 cm
Paris, Louvre.

Degas
Edgar Degas
1834 – 1917

Paris, Itália, Nova Orleãs,Espanha, Marrocos.
Retratos, dançarinas, cenas hípicas, lavadeiras, mulheres no toalete.

O retrato de mulher

A prespicácia psicológica, tornada evidente pela intensidade da face,  a extrema naturalidade do conjunto são os resultados de uma excepcional densidade colorista-linear que transforma o olho de Degas, terrivelmente agudo e cruelmente fiel, num admirável aparelho de precisão capaz de colher a instantaneidade.

Óleo sobre tela, 27 x 22 cm
Paris, Louvre.

Toulouse – Lautrec
Henri de Toulouse – Lautrec
1864 – 1901

Albi, Paris, costas da Mancha e do atlântico, Bélgica, Paises Baixos, Grã-Bretanha, Espanha.

retratos, cenas de music-hall, de teatro e de café- concerto, cenas de circo.

A palhaça Cha – u – kao

Figura de circo
Esse humaníssimo tipo de mulher, que Lautrec retrata muitas vezes, e em diversas atitudes no curso de 1895, tornou-se quase o símbolo do esplendor efêmero e ainda da inquietude e da tristeza da vida noturna de Montmartre no  decênio fim de século.

Óleo sobre cartão 64 x 49 cm
Paris, Louvre.

Van Gogh
Vicent van Gogh
1853 – 1890
Zundert, Saint- Rémy- de – Provence, Auvers-  sur Oise.

Paisagens, retratos, naturezas mortas.

A senhora Roulin

A mulher está sentada com as mãos pousadas no regaço, numa atitude absorta entrelaçado nos dedos retém o barbante com o qual imprime um ritmo balanceado ao berço.
O fundo que se repete com poucas variações  em todas versões da pintura, é uma parede densamente decorada com motivos florais de clara inspiração oriental: uma espécie de alucinante, horror vacuí, que insistentemente preve a angústia que atormentará a visão do artista.

Óleo sobre tela, 91 x 71,5 cm
Amsterdã, Museu Municipal.

A Igreja de Auvers-sur-Oise
Vicent van Gogh

Van Gogh sofre de crises intermitentes de alucinação, durante as quais trabalha freneticamente, dedicado a uma atividade quase furiosa, de seu cavalete saem, nesses meses, quase duzentas telas, que testemunham a desesperada vontade de firmar a sua visão do mundo, comprometida por uma crise de desconfiança na própria obra.

Óleo sobre tla, 94 x 74 cm
Paris, Louvre.

Mestres Alemães.

Konrad Von Soest
A adoração dos magos
cerca – 1370
Munster, Soest, Dortmund
Iconografia cristã
1404 – madeira – 55 x 79 cm
Bad Wildungen, igreja Evangélica

O retábulo da igreja Evangélica de Bad Wildungen já não é um pequeno díptico, como os primeiros executados em Colônia, e sim um quadro imponente, com dois metros de altura e , em toda sua extensão, sete metros e meio de largura. Num excesso de esplendor, o metal precioso aparece em toda parte, nas coroas, nos cinturões, golas e vasos. A cena inteira destaca-se sobre um fundo negro sob arcos agudos e as pilastras de um átrio gótico tardio.

Stephan Lochner
A oferta ao Templo
Painel central de um retábulo para a Igreja de Santa Catarina, em Colônia -1477 – madeira, 139 x 126 cm
Darmastadt, Museu Regional de Hesse.

No ano em que a cidade de Colônia o chamou a fazer parte do Conselho, Stephan Lochner, originário de Meesburg, pinta para a Igreja da ordem dos Cavaleiros Alemães de Santa Catarina , em Colônia, o quadro da Oferta ao Templo.

Martin Schongaur
O nascimento de Cristo
madeira, 26 x 17 cm
Cerca de 1430 – 1491
Colmar.
Iconografia cristã
Munique, Alte Pinakothek

O mestre, chamado por seus contemporâneos o belo Martin, por sua arte, entrou na história não tanto como pintor, mas como gravador, suas obras já eram célebres durante sua vida, e sua influência se fez sentir em muitos países europeus.

Michael Pacher
1435 – 1498
Bruneck,  Veneza, Salzburgo
Iconografia cristã
Parte externa da ala direita do altar dos Padres da Igreja, na Capela do Claustro de Neustift. 1483
103 x 91 cm
Munique, Alte Pinakothek
São Wolfang implora um sinal divino-

No quadro que aqui abordamos São Wolfgang, Bispo de Regensburg, implora um sinal divino.
Um anjo aparece num grande movimento de asas, sensação que o quadro dá clara e nítidamente desloca levemente com a mão um ostensório.

Albrecht Durer
1471 – 1528
Nurembergue, Basiléia, Veneza.
Iconografia cristã, retratos, gravuras, alegorias antigas.

Albrecht Durer-
Auto Retrato com manto de peliça.
1500 – madeira, 67 x 49 cm Munique
Alte Pinakothek

Esta obra coincide com o momento de maior desenvolvimento da antiga pintura alemã.
Durer é a figura predominante naqueles anos, a ponto de, na Alemanhã, com frequencia ser todo o período identificado simplesmente com o seu nome.
Sua grandeza não advém do alto nível de sua arte, o que realmente o coloca acima de todos é a dimensão integral da sua personalidade.

Albrecht Durer
Nascimento de Cristo
Parte central do altar de Paumgartner
1503 – madeira, 155 x 126 cm
Munique, Alte Pinakothek

É a parte central de um retábulo, encomendada muito provavelmente pelo aristocrático Martin Paumgartner, e provém da Igreja de Santa Catarina, em Nurembergue.
A obra remonta ao período que precede a segunda passagem de Durer por Veneza, ou seja, antes que o artista se familiarizasse com novas formas renascentistas.

Querem conhecer o Campestre?

Uma das coisas boas da vida é voce conhecer bons lugares, se voce for de fora  é bom ter uma boa recomendação, e se for daqui da cidade é muito prazeroso entrar no CAMPESTRE, entre conheça e se delicie, com o lugar, com seus produtos e com certeza com um bom papo com a sua propietária Letícia Marcondes, isto com certeza vai fazer parte do Eu Recomendo! e no final da página voce terá o endereço e os produtos alí comercializados.








Amigos! gostaram? quem não gosta de entrar em um lugar como este, ser recepcionado pela letícia, que alías diga -se de passagem, uma simpatia de pessoa, sabe receber e em sua loja tem os melhores produtos naturais, voce amigo que vem de fora, conheça o Campestre, e voce meu querido amigo de Pinda, vá até lá, conheça o que temos de melhor, um pão caseiro fresquinho lá tem, ovos caipira lá também tem, mel e geléias, tudo para voce ter uma vida saudável, e claro é pela alimentação que voce vai ter uma resposta positiva em seu organismo. Não esqueça, quando passarem pelo centro da cidade, o cantinho mais especial para voce é o Campestre; endereço: rua dos Andradas, 414 – centro Pindamonhangaba – SP. Esse eu recomendo para todos meus amigos que me visitam todos os dias no Cotidiano.