Marina de lixo Mecânico.

Olá meus amigos!, como foi o final de semana de voces? espero que bem,quero falar com voces tantas coisas, que nem sei direito por onde começar…então vou falar do que mais gosto, criar! reciclar! já tornou-se um hábito isto em minha vida. Todos os dias gosto de estar bem com todas as coisas, e com todas as pessoas, isto é uma paranóia minha! para que eu crie, tem que todas coisas estarem bem, acontecendo bem, senão o vazio toma conta, e eu não crio nada!. Tem pessoas que comentam comigo, que criar é tão fácil, voce faz tão fácil! mas não é nada disto, tudo tem que estar em plena sintonia para  que algo aconteça dentro de voce, e aquele minuto de voce ouvir dentro de voce, o que e como voce deve fazer, precisa estar sua volta em pleno arco- irís! Criar é fazer orquestrar dentro de voce aquela desordem de notas musicais e reger  as cores e formas de uma forma que voce se expresse bem. Não precisa ser um grande mestre, para acontecer isto em voce, uma pequena idéia, transformada em concreto, já é arte. Quando resolvi buscar a arte como se busca um copo de água, porque está com sede, achei-a em diversos lugares e de diversas maneiras, em coisas pequenas, ou em obras grandes, resumindo um ato que sai de dentro de voce, que se transforma em alguma coisa é arte é criação é reciclagem. Gosto mais da palavra reciclagem, voce não perde nada, e não joga nada, pelo contrário é pura lei de inclusão de tudo… um simples retalho, um botão, um jogo de junta, anéis de vedação, enfim não tem limites…. é infinito o desejo de sempre criar. Para mim hoje arte é reciclar, não porque está na moda o termo, mais porque nasci com essa consciência, de aproveitar tudo e não perder nada. E quando criei essa série de obras com lixo de uma oficina mecânica, pude perceber mais claramente que a arte é bela, pura e sem preconceito, voce pode criar de todas as maneiras, desde uma simples peça,um artesanato, como um grande quadro, não é a proporção da criação que importa, mais sim o que foi criado. Meus queridos  amigos, este desejo enorme de fazer, de construir, acredito eu que seja um desejo enorme de cada vez mais amar a vida, de amar as pessoas, e transbordar esse amor em voce, é criando para voce. Gosto quando alguém me procura e pede algo, que eu crie para ela, isto para mim é entrar no mundo dos sonhos dela e meu, e trazer a tona a criação, e presentea-la com o melhor que consegui extrair do meu ser. Este painel de lixo mecânico, foi o melhor presente de mim para mim, a encomenda que todo artista gosta de fazer, criar do nada!

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Eugène Delacroix

Orfã no cemitério– A obra e a ação de Eugène Delacroix sobre a arte e a cultura de sua época tem significado muito mais que particular. Identificam-se com idéias e os sentimentos de toda uma geração, rebelde aos princípios defendidos pela tradição e aos preconceitos demoradamente constituidos do gosto comum

Informações da Galeria  Delta da Pintura Universal

Jean Auguste Domenique Ingres.

Senhora Moitessier-  Essa consciente adesão aos caracteres mais salientes do Renascimento, efetuada com o fervor do neófito- o que lhe valeu a acusação de primitivismo-, não chega  a fender-se com a sucessiva descoberta do século 18 clássico, que atesta primordialmente a mobilidade de suas  pesquisas, ainda não enrijecidas nem codificadas em preceitos abstratos.

Lilian Zampol – Moça com frutas.

Quando comecei trabalhar com o cubismo, me inspirei em Lilian Zampol, é uma referencia muito grande, para quem quer conhecer melhor esta técnica. Foi através da Coleção Domani de Belas Artes, que tive a oportunidade de fazer um estudo completo sobre o cubismo. A partir dai, ela passou ser minha referencia dentro das artes, como uma grande artista brasileira. Obrigado pela contribuição.